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Bem vindo ao Volto Logo

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Paraty – RJ

Viajar! Uma palavra de apenas seis letras mas que nos faz percorrer quilômetros de distância para o desconhecido. Verbo intransitivo e verbo transitivo direto. Sair fora da realidade, estar no mundo da lua, pensar muito longe, percorrer, visitar, deslocar-se de um local a outro por determinado período. Esqueça essas definições dadas por livros e dicionários, viajar é muito mais que isso e pode ter um significado diferente para cada pessoa.

Raramente ouço alguém falar que não gosta de viajar. Porém, é muito comum ouvir pessoas dizendo que não viajam por diversos motivos: falta de dinheiro, tempo e companhia são apenas alguns dos mais citados. Sei muito bem que não é fácil guardar dinheiro quando temos que pagar faculdade, conta de água, luz, comida, impostos e muitos outros gastos. Também entendo que na maioria das vezes não somos nós quem decidimos quando e por quanto tempo vamos tirar nossas tão sonhadas férias (isso quando temos).

Porém, acredito que com um pouco de planejamento é possível fazer uma viagem bacana sem precisar gastar muito. E é exatamente isso o que eu pretendo mostrar à você! 

Sobre o Volto Logo

A ideia de criar o Volto Logo veio junto com a decisão de fazer uma longa viagem pela América Latina. Além de viajar pelo nosso continente, queria poder compartilhar essas experiências e ajudar o maior número de viajantes a realizarem seus sonhos.

Em agosto/2014 esse plano saiu do papel e desde então venho dividindo as minhas andanças e aprendizados nesse singelo espaço virtual.

Aqui no Volto Logo você encontrará muitas dicas práticas sobre planejamento de viagem, informações específicas sobre os destinos que já visitei, além de algumas reflexões sobre o universo viajante e sobre a vida.

E então, bora viajar!?

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.”

 Amyr Klink