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Intercâmbio pela América Latina: Dicas para uma experiência inesquecível. Descubra como planejar seu intercâmbio pelo nosso continente ou em qualquer lugar do mundo!
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Eu não sabia ao certo como faria. Na realidade, não tinha ideia sobre o que eu queria fazer e nem mesmo para onde ir. No entanto, o desejo por um intercâmbio – na América Latina ou em qualquer outro lugar do mundo – crescia a cada dia. E, junto com essa vontade, também aumentava o número de decisões a serem tomadas antes de viver esta experiência.

Equilibrar a equação orçamento e tempo disponível, junto com o destino e atividades a serem realizadas, que por sinal, eu não conseguia decidir sem mudar de ideia vinte quatro horas depois, se mostrou uma tarefa trabalhosa.

O Canadá despontava na minha lista de lugares para conhecer. Mas a verdade é que o que me deixava fascinado neste país não era exatamente as suas excelentes escolas ou a qualidade de vida elevadíssima. Mas sim, suas paisagens que mais parecem ter sido pintadas cuidadosamente por um artista pra lá de competente.

A Índia também figurou por algum tempo a minha lista de destinos em potencial. Fazer um trabalho voluntário era o meu motivo mais forte para realizar este intercâmbio. E, de acordo com as minhas pesquisas, poucos países se mostravam tão atraentes para esta finalidade como a terra de Gandhi.

Já aqui ao lado, Argentina e Uruguai me empolgavam com a possibilidade de me dedicar ao estudo de uma língua que há tanto tempo admirava.

Por fim, mesmo inseguro se tinha feito uma boa escolha, me rendi a um trabalho voluntário de três meses em Medellín, na Colômbia. E, desde então, este intercâmbio é uma das memórias mais marcantes na minha vida.

Leia também: Como organizar uma viagem por conta própria?

# Por que fazer um intercâmbio pela América Latina?

Mesmo não sendo muito lembrada como destino de intercâmbio, a América Latina tem um terreno fértil para este tipo de viagem. Aliás, não apenas a América Latina, mas outros países menos populares podem render experiências incomparáveis. Portanto, já fica a primeira dica para o seu intercâmbio: estando de acordo com o seu objetivo, abra seus horizontes para lugares menos convencionais.

E, caso você ainda não tenha considerado a América Latina como cenário para esta etapa da sua vida, aqui vão alguns motivos que podem fazer com que isso mude:

>>> Se comparado a outros destinos, de um modo geral, os custos de um intercâmbio no nosso continente serão menores. Isso é causado principalmente pelas passagens aéreas mais em conta, e pelo custo-de-vida mais baixo.

>>> Se você já domina o inglês, pode ser uma boa oportunidade para aprimorar outro idioma.

>>> Quem está em busca de realizar um trabalho voluntário encontrará projetos que realmente fazem a diferença na vida das pessoas.

>>> Se além do intercâmbio viajar a lazer também faz parte dos seus planos, fique tranquilo, pois não faltam destinos surpreendentes pelo nosso continente.

destinos para intercâmbio
Buenos Aires

Leia também: Viajar e trabalhar pelo mundo | A minha experiência na América Latina

7 situações em que não há portunhol que resolva 

# Trabalho Voluntário com a AIESEC

Uma das maneiras de fazer um intercâmbio voluntariado é através da AIESEC, uma organização que tem como objetivo desenvolver liderança responsável e empreendedora por meio de intercâmbios realizados em parceria com organizações, instituições e negócios ao redor do mundo.

Foi através dela que eu encontrei uma oportunidade para dar aulas de português em um instituto em Medellín. No entanto, as opções de destinos e tipos de trabalhos são incontáveis. Além de poder ensinar um novo idioma, há projetos que promovem educação cultural, saúde e outras atividades.

Leia também: Aiesec | Dica de intercâmbio profissional e trabalho voluntário

# Cursos de idiomas, colleges e outros programas

Embora trabalhos voluntários seja uma oportunidade pra lá de recomendada para quem quer ter experiências especiais, a verdade é que educação é o principal motivador de um intercâmbio. Seja um curso de idioma ou alguma especialização profissional.

Como não sou expert nesta área, para dar as dicas deste assunto contei com o apoio da Pamela Piazentin, uma amiga blogueira que além de compartilhar dicas no blog Contos da Mochila, é fundadora da Teraví, uma empresa que ajuda intercambistas a desenhar experiências de viagem e estudo.

Logo de inicio a Pam me contou que apesar dos cursos de inglês tradicionais serem a opção mais procurada pelos viajantes, atualmente há programas que realizam o ensino de uma nova língua mesclando outras atividades, tornando o aprendizado mais dinâmico e descontraído. Essa é uma oportunidade perfeita para além de aprender o idioma, se dedicar a algum hobby que você vive deixando de lado. Aliar o curso de línguas com a pratica de esportes, dança e fotografia, são alguns exemplos de como isso funciona.

Já para quem está em busca de um curso de especialização na sua área de formação profissional, ou até mesmo em outra, os Colleges costumam ser uma boa alternativa. Além disso, os cursos de graduação e MBA conquistam cada vez mais interessados.

Leia também: Por que eu sou apaixonado pela América Latina?

# Teraví: Uma ajuda nada convencional

Cruzar oceanos em busca de novos horizontes, sair da zona de conforto, e enfrentar os desafios e angustias que isso proporciona. Não é de hoje que o ser humano faz isso. Pelo contrário. Foi há mais de quinhentos anos que em uma navegação portuguesa se ouviu gritos de “Terra à vista”. E é exatamente em analogia a esta expressão que originou o nome da nação Teraví.

Este trabalho realizado pela Pamela é um daqueles projetos que dá gosto de ser compartilhado. E mesmo forçando a memória, não consigo me lembrar porque demorei tanto tempo pra te contar sobre ele.

Diferente da maioria das agências de intercâmbio tradicionais, na Teraví você não encontra programas pré-estabelecidos. Na realidade, a proposta da empresa vai na contra mão desta ideia. Para cada intercambista é montado um novo programa de acordo com as suas necessidades.

Antes de indicar qualquer curso ou destino que seja, a equipe Teraví irá investigar como é o seu perfil. Nada é proposto sem antes entender quais são as suas motivações para este intercâmbio, qual o seu principal objetivo com esta experiência, e até mesmo por que você está em busca deste objetivo. Só depois disso será montado e apresentado um programa que consiga atender as suas expectativas.

E claro, todos estes projetos contam com a atenção e experiência viajante da Pam. Como já rodou por mais de quarenta países neste mundão, ela tem uma sensibilidade incomparável para identificar os destinos onde você poderá atingir com maior satisfação os seus objetivos.

>>> Veja as dicas e programas de intercâmbio no site da Teraví

+ Dicas para o seu intercâmbio

A Pamela ainda deu outras dicas que podem ajudar na hora de você planejar o seu intercâmbio:

>>> Idade

Sem essa de que tem idade certa para fazer intercâmbio. É fato de que a maioria das pessoas que fazem este tipo de viagem são jovens que possuem entre 20 e 35 anos. No entanto, há ótimas opções de cursos e programas para pessoas com mais de quarenta anos. Aliás, a Teraví faz um trabalho de personalização tão grande, que certamente você irá se surpreender com os programas de educação que ela pode te apresentar.

Jamais pense que você é velho demais para viajar ou estudar! (Ou para fazer qualquer outra coisa que tenha vontade).

>>> Acomodação

É importante dar atenção especial na hora de decidir onde você ficará hospedado durante o intercâmbio, afinal, isso também influenciará na sua experiência. As opções de acomodação são muitas: casas de família, alojamentos estudantis, hostels e até mesmo apartamentos privados.

>>> A cidade

De um modo geral, as escolas mais conceituadas e indicadas para um intercâmbio estão nas grandes cidades. É claro que em países desenvolvidos e com um bom sistema de educação, as cidades menores também contam com boas instituições. No entanto, é nos maiores centros urbanos onde você encontrará mais cursos disponíveis, além de um ambiente favorável para ampliar a sua experiência para fora da sala de aula.

>>> Duração

A duração de cada curso varia com a modalidade escolhida. Mas a boa notícia é que há opções de diferentes períodos. Há desde cursos que duram apenas um mês e são ideias para quem quer fazer durante as férias, até experiências mais longas de dois ou três anos.

*Imagem em destaque | Fonte Shutterstock

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Desde que comecei a viajar, em 2011, conhecer o mundo se tornou um dos meus objetivos de vida. Em 2014 deixei meu antigo emprego para realizar a minha primeira grande trip: 10 meses viajando e trabalhando pela América Latina. Desde então compartilho minhas experiências de viagem aqui no Volto Logo.

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